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Trabalhadores e trabalhadoras dos Correios de Juiz de Fora e região encerram greve de 13 dias

11/10/2017

Após 13 dias de greve, os empregados (as) dos Correios, após avançar nas negociações, entenderam que a greve cumpriu seu papel.

Forçamos a ECT recuar em sua intenção de retirar conquistas e direitos, uma vez que ela se posicionou apresentando propostas absurdas além de tentar mudar, procrastinar nossa data base, de maneira capciosa antevendo se locupletar com a aplicação da perniciosa reforma trabalhista que vigorará a partir do dia 12 de novembro de 2017.

Ficamos firmes mesmo quando o vice-presidente do TST, de maneira parcial e terrorista, ameaça os valorosos trabalhadores e trabalhadoras em um ato antiético e monocrático, decretando a abusividade de nossa greve.

Que no momento da mediação o mesmo ministro, contradizendo-se, diz em alto e bom som QUE NOSSA GREVE É LEGITIMA.

Nem essa truculência abateu nossos e nossas guerreiros(as) que se mantiveram no movimento e na mobilização garantindo o nosso ACT 2017/2018  e a manutenção de nossa data base com o aumento retroativo a agosto de 2017.

A luta não acaba aqui; temos hoje o termômetro para um grande enfrentamento, NOSSO PLANO DE SAÚDE.

Nesse instante, a diretoria do SINTECT/JFA parabeniza A TODOS E A TODAS (com destaque para os trabalhadores (as) do CDD/NORTE) bem como ao COMANDO DE NEGOCIAÇÃO DA FENTECT e principalmente ao nosso secretário geral, José Rivaldo.

A DIRETORIA






Representantes dos trabalhadores assinam o acordo coletivo da categoria

11/10/2017

Marcada para esta terça-feira (10), às 14 horas, a audiência de homologação do Acordo Coletivo de Trabalho da categoria ecetista teve início apenas três horas depois, causando grande transtorno à assinatura. O impasse foi novamente oriundo da ECT, que entregou a minuta do documento apenas na segunda-feira (9), mesmo tendo sido solicitada pelo Comando Nacional de Mobilização e Negociação da FENTECT na última semana, logo após a apresentação da proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A minuta apresentada chegou à federação com algumas alterações. Vale ressaltar que as assembleias aprovaram o texto do tribunal com base na ata da reunião. Entre os problemas encontrados, a empresa retirava o reajuste de 2.07% dos valores de transferência e indenização por morte dos trabalhadores, sugerindo que esses não se tratam de benefícios. De acordo com o ministro Emmanoel Pereira, a prioridade, no momento, seria a assinatura do acordo.

"Recebemos a minuta apenas ontem. Nosso sentimento, no entanto, é de cumprimento do acordo. Queremos fazer valer a proposta, por isso, levamos às assembleias conforme a ata da reunião do dia 4 de outubro", explicou o secretário geral da FENTECT, José Rivaldo da Silva.

Ajustados os erros encontrados pelas representações dos empregados dos Correios, o acordo foi homologado. "Os trabalhadores, em assembleias, com a aprovação da proposta, nos autorizaram a fazer a assinatura do acordo", afirmou o secretário, ao aceitar a proposta do tribunal.

Plano de saúde

A FENTECT solicita que os trabalhadores permaneçam atentos às próximas informações e continuem participando das assembleias, que serão soberanas na hora de decidir o que é melhor para os trabalhadores dos Correios, seja no plano de saúde ou outras questões que surjam nos próximos períodos. Cabe lembrar que a ECT vai permanecer com a mediação do plano de saúde e a federação fará esforços para esclarecer a importância do plano, que entra como complementação dos salários dos trabalhadores, assim como os demais benefícios, e que a assistência médica dos ecetistas não é responsável pelo déficit alegado pela empresa.

Não à privatização

Outra campanha forte da categoria é contra a privatização dos Correios, em defesa da empresa pública para todos. Os Correios são patrimônio do país e garantem o direito constitucional das populações à comunicação. Por isso, as mobilizações em prol da estatal vão continuar em todos os estados, buscando apoio da sociedade e das autoridades competentes, na tentativa de manter os empregos dos trabalhadores e os serviços acessíveis a todos.

Fonte: Fentect






Comando lança novas orientações sobre proposta do TST

05/10/2017

Devido a divergências na apresentação da proposta do TST para o ACT 2017/18, o Comando Nacional de Mobilização e Negociação da FENTECT permaneceu reunido em Brasília, até à noite dessa quarta-feira (4), para analisar o que foi sugerido pelo tribunal.

Amanhã, alguns pontos da proposta serão esclarecidos, bem como a requisição da minuta completa. Portanto, o comando orienta que as assembleias dos sindicatos sejam realizadas na sexta-feira (6), após as análises do CNMN.

É imprescindível que os trabalhadores permaneçam atentos e participem das assembleias em cada estado. Independentemente do que for definido pela representação dos trabalhadores, somente a categoria, em assembleia, poderá definir a aprovação ou não da proposta.

TST apresenta nova proposta para o ACT da categoria ecetista

Os membros do Comando de Nacional de Mobilização e Negociação da FENTECT participaram, no dia 4, em Brasília, da audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Na ocasião, uma nova proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho da categoria foi apresentada, sem ponderações, pelo ministro Emmanoel Pereira.

A seguir, o que foi proposto pelo ministro as partes, nesta quarta-feira:

Cláusulas Econômicas
O ministro propôs reajuste INPC 2.07% nos salários e benefícios, retroativo ao mês de agosto deste ano;

Cláusulas Sociais
Manutenção das cláusulas sociais na proposta do tribunal;

Plano de Saúde
Reedição. O plano continua sob a mediação do TST;

Dias Parados
Compensação de 64 horas, sendo 6 horas aos sábados para quem trabalha de segunda-feira à sexta-feira. Para aqueles que trabalham aos sábados, 4 horas de segunda-feira à sexta-feira e 2 horas aos sábados.

Fonte: Fentect






Estamos em greve, o caso é grave!

04/10/2017

Os Correios estão presentes em todo território nacional e fazem parte da vida da população brasileira há 350 anos. Ele sempre foi querido e respeitado pelo seu bom desempenho. No entanto, essa realidade tem passado por grandes transformações negativas e, tanto os funcionários da empresa quanto os cidadãos são vítimas dessas mudanças.

O serviço postal é público e autossustentável, que já realizou repasses bilionários para o governo. Atualmente, porém, afirma-se que a empresa está no vermelho, pois as novas tecnologias de comunicação tomaram o lugar das antigas cartas. Mas, as encomendas ganharam lugar de destaque e se tornaram o carro-chefe da empresa, permitindo um crescimento maior que o do país.

Como explicar esse rombo? A presidência diz que a culpa é dos empregados, por causa dos gastos com a folha de pagamento e com o plano de saúde. E, por isso, abriram vários programas de demissões voluntárias e mais de 10 mil trabalhadores saíram da empresa; não abrem concurso público desde 2011; fecharam 1,8 mil agências do banco postal, prejudicando principalmente o acesso bancário do povo de pequenas cidades; não negociam com o trabalhador e querem tirar os poucos direitos que lhes restam; terceirizam o serviço e anunciam a privatização dos Correios. Todas essas maldades resultam no sucateamento da empresa e na má qualidade do serviço postal.

Nós, porém, não entendemos como os trabalhadores que se dedicam a receber, manipular e entregar as correspondências, debaixo de chuva ou de sol, podem onerar a empresa. Mas, acreditamos que outros são os motivos para essa dura realidade, como, por exemplo, o envolvimento de diretores dos Correios no escândalo do mensalão, em 2005; os milhões gastos com a mudança da logomarca da empresa e campanhas de publicidade; o rombo no POSTALIS, plano de previdência complementar construído com os trabalhadores por mais de 30 anos; os inúmeros patrocínios e dispendiosos processos na justiça decorrentes do descumprimento dos prazos contratados entre outros.

O serviço precisa se modernizar e se tornar ainda mais competitivo no mercado. Mas, ao contrário do que esperamos, ele está sendo sucateado. As mazelas de sucessivas gestões recaem sobre a sociedade brasileira e os empregados. Por isso, queremos pedir a compreensão e o apoio da população, para juntos denunciarmos e lutarmos por uma empresa pública de qualidade, como outrora eram os Correios.

O PORQUÊ DE ESTARMOS EM GREVE
Não trabalhamos felizes com as péssimas condições de trabalho:
-   Falta de funcionários;
-   Assaltos constantes as agências;
-   Cobranças exageradas;
-   Correios recusa a negociar com nossas representações;
-   Correios ameaça cortar nosso plano de saúde e outros direitos;
-   Suspensão de nossas férias;
-   Reajuste abaixo da inflação.

O QUE QUEREMOS?
-   Salário digno;
-   Melhores condições de trabalho;
-   Manutenção compartilhada do plano de saúde;
-   Nenhum direito a menos;
-   Não à privatização dos Correios;
-   Não a demissões;
-   Não ao fechamento de agência;
-   Não à entrega alternada de correspondência;
-   Não à terceirização das atividades fins dos Correios (atendentes, carteiros, OTT’s, motoristas, entre outros).

NÃO ÀS REFORMAS
-   TRABALHISTA
-  PREVIDENCIÁRIA

Diretoria do Sintect/JFA






Ato Nacional em Brasília demonstra a coragem dos trabalhadores dos Correios para a luta

04/10/2017

Cerca de 800 trabalhadores dos Correios de todo o Brasil participaram do Ato Nacional em Defesa das Empresas Públicas, histórico, nesta terça-feira (3), em Brasília. Caravanas dos sindicatos filiados à FENTECT levaram os ecetistas à capital federal para protestar contra a privatização dos Correios e contra as retiradas de direitos que a ECT tem promovido desde o início das negociações da Campanha Salarial 2017-2018.

“Hoje é um dia significativo para nós mostrarmos nossos rostos e dizer que aqui há homens e mulheres com coragem para o enfrentamento. Mesmo com todos os ataques, temos dito não à retirada de direitos da direção dos Correios”, ressaltou o secretário geral da FENTECT, José Rivaldo da Silva, ao declarar aberto o ato.

A concentração foi às 7 horas, em frente ao edifício sede dos Correios, com a abertura junto à assembleia do SINTECT-DF, sindicato anfitrião, que, na ocasião, também votou pela continuidade da greve no Distrito Federal. Em seguida, após intensas falas de representantes de todos os estados e com a apresentação de uma grande camisa da empresa, aberta, sugerindo a vestimenta daqueles que realmente prezam pela estatal, a movimentação foi rumo à Esplanada, seguindo até o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Solidariedade à luta

O ato desta terça-feira também recebeu alguns representantes, como o presidente do Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural do Governo do Distrito Federal (Sindsasc), Cleiton Avelar. “Nosso total apoio à categoria contra esse tipo de gente que administra os Correios. Nossa arma é a luta e a grande mobilização”, afirmou.

Ademar Lourenço, da Corrente Mais, classificou a categoria ecetista como a vanguarda da classe trabalhadora do país e reafirmou que somente a grande mobilização garante greves vitoriosas. Ainda entre os apoios ao movimento, a deputada federal Érika Kokay (PT-DF) e o deputado federal Vicentinho (PT-SP) falaram sobre a defesa dos Correios como empresa do Brasil e criticaram os conchavos que destroem a imagem da estatal. “Essa empresa não é de Michel Temer e nem de Guilherme Campos, mas do povo brasileiro, que precisa de comunicação pública, com excelência e qualidade”, disse a deputada Kokay. “Se estiverem unidos e preparados (os trabalhadores), a vitória vai acontecer. Essa luta não é apenas dos Correios, é de todos nós”, salientou o parlamentar Vicentinho, que ainda colocou a Frente Parlamentar em Defesa dos Correios à disposição da categoria.

O Ato Nacional em Defesa das Empresas Públicas foi encerrado em frente ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, onde houve o enterro simbólico dos gestores dos Correios, o presidente Guilherme Campos, o vice-presidente de Gestão de Pessoas, Heli Siqueira, e do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab. Os ecetistas, em protesto, disseram não à politicagem interna dos Correios e todos os interesses em entregar o patrimônio dos brasileiros à iniciativa privada.

Mediação TST

Amanhã, dia 4 de outubro, a expectativa é grande para a mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Após a assessoria jurídica da FENTECT enviar um pedido formal ao tribunal para uma audiência, o órgão confirmou o encontro entre as partes para esta quarta-feira, para tentar uma nova proposta para esta campanha salarial.

A FENTECT parabeniza todos os trabalhadores que participaram do ato e a proatividade dos sindicatos que enviaram seus representantes. A luta é difícil, porém, não é impossível. O Comando Nacional de Mobilização e Negociação permanece em Brasília na busca por soluções para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria. É preciso que os ecetistas das bases permaneçam na greve, enquanto houver essa orientação, e aguardem as informações das entidades, participando ativamente das ações em cada estado.

Fonte: Fentect






Trabalhadores resistem às ameaças da direção dos Correios

02/10/2017

A FENTECT informa que, conforme decisão dos sindicatos filiados, a greve continua. Tendo em vista a força do movimento pelo País, os trabalhadores vão permanecer mobilizados. Na próxima semana, haverá o Ato Nacional em Defesa das Empresas Públicas e Estatais, em Brasília, com o encontro de caravanas de todo o Brasil e de várias categorias, além dos Correios, para lutar contra a privatização e em defesa dos direitos e empregos.

A respeito dos descontos dos dias de greve pela ECT, conforme liminar expedida esta semana, o Comando Nacional de Mobilização e Negociação da FENTECT orienta, no INFORME 014 DO CNMN:

"AOS SINDICATOS FILIADOS e A TODOS OS TRABALHADORES(AS) DOS CORREIOS DO BRASIL
Companheiros e Companheiras, 
O Comando Nacional de Mobilização e Negociação da FENTECT informa que a greve nacional dos Correios tomou proporções gigantescas, alcançando os 26 Estados e o DF. Na data de hoje,
trabalhadores em greve fizeram uma passeata em Campinas/SP, cidade do presidente Guilherme Campos, denunciando à população a sua péssima gestão frente à maior empresa pública brasileira. O ato contou com a participação de trabalhadores das regiões de São Paulo e do sul do Brasil. 
Quanto à liminar proferida na data de ontem (28/09), pelo Ministro do TST, Emmanoel Pereira, considerando a abusividade da greve, mas sem previsão de multa, o CNMN esclarece que trata-se de uma decisão monocrática (proferida por um único magistrado), portanto, cabe recurso. A Assessoria Jurídica da FENTECT informou que já interpôs o recurso (agravo interno), e que o julgamento caberá à Secção de Dissídios Coletivos do Tribunal, onde as decisões são colegiadas. 
O presidente da Empresa, desde o início das negociações, vem cometendo assédio ao direito de greve, apresentando falas e opiniões do Ministro Emmanoel como se fossem sentenças, utilizando a imagem do magistrado para desmobilizar o movimento. Cabe ao vice-presidente do TST advertir o presidente dos Correios para que o mesmo não desmoralize a imagem da instituição, adulterando suas declarações, a fim de praticar conduta antissindical.
Trabalhadores de todo o território nacional denunciaram à FENTECT que tiveram descontos não discriminados em suas folhas de pagamento, impossibilitando, portanto, saber do que se trata.
A FENTECT informou que protocolou, na data de hoje, um pedido de explicação à presidência da Empresa, haja vista que não há nenhuma ordem judicial presente, e, segundo a lei de greve, o desconto dos dias parados deve ser alvo de acordo entre as partes, ao final da greve.
O CNMN orienta pela manutenção e fortalecimento da greve, pois recuar não fará a Empresa cessar os ataques. Não há outro caminho, se não AVANÇAR, com tranquilidade e inteligência!
Os sindicatos devem organizar caravanas para trazer os trabalhadores à Brasília, terça-feira, 03/10, para o ato nacional contra a privatização dos Correios."

Fonte: Fentect






Carta aberta à população de Juiz de Fora

27/09/2017

Nós, trabalhadores e trabalhadoras dos Correios, viemos a público informar aos clientes e à população em geral o que vem acontecendo com os Correios:

• O governo GOLPISTA de Temer vem sucateando os Correios para justificar a privatização;
• Privatizar é entregar uma empresa, construída ao longo dos 350 anos, presente nos 5565 municípios brasileiros ;
• Fechamento de agências nos pequenos municípios;
• Entrega de correspondências precária;
• Não valorização dos serviços de atendimento social (Cartas, Faturas bancárias, Malotes e outros) gerando o atraso nas entregas;
• Geração de desemprego.

NÃO VAMOS DEIXAR QUE NOS ROUBEM

“Na primeira noite eles se aproximam
E roubam uma flor
Do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
Pisam as flores,
Matam nosso cão,
E não dizemos nada.
Até que um dia,
O mais frágil deles
Entra sozinho em nossa casa,
Rouba-nos a luz, e,
Conhecendo nosso medo,
Arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”
(Eduardo Alves da Costa.)


NÃO ÀS REFORMAS:
TRABALHISTA;
PREVIDENCIÁRIA.

A TODOS OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS

A direção dos Correios não quer negociar tirando nossos direitos conquistados:
• Instituição do regime de banco de horas, extinguindo o pagamento de horas extras;
• Facilitar via acordo a dispensa motivada, demissão em massa sem justa causa;
• Extinção do concurso público;
• Fim da pausa de 10 min./hora para quem trabalha em terminais computadorizados;
• Exclusão da cláusula que prevê o pagamento de indenização por morte ou invalidez permanente;
• Extinção das comissões regionais que tratam da violência contra a mulher e a violação dos direitos humanos;
• Extinção da comissão paritária que avalia a responsabilidade civil do empregado em acidente de transito;
• Fim da cláusula 33, que garante o pagamento das remunerações ao empregado inapto para o retorno ao trabalho enquanto ele aguarda julgamento do recurso do INSS;
• Redução dos dias de ausência remunerada para levar dependentes ao médico, e redução da idade dos dependentes (de 18 para 6 anos de idade);
• E muitos outros...

SINTECT/JFA
Sindicato dos Trabalhadores nos Correios de Juiz de Fora e Região
(32) 3215-5318






Categoria permanece na greve e não recua, mesmo sob ameaças da ECT

27/09/2017

A greve dos trabalhadores dos Correios já conta com a adesão dos 31 sindicatos filiados à FENTECT. Hoje (26), as bases dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo (capital), Maranhão e Tocantins vão realizar assembleias e deverão deflagrar greve também, conforme nota divulgada por essas entidades.

A ECT, em retaliação e a fim de pressionar os trabalhadores, divulgou no canal interno de comunicação, o "Primeira Hora", a liminar do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que determina o quantitativo de 80% de ecetistas trabalhando, por unidade. A empresa se aproveitou da concessão da liminar para ameaçar sobre os descontos dos dias parados. Dessa maneira, os Correios descumprem até mesmo a lei de greve. Está clara a intenção da ECT em frustrar o movimento grevista.

§ 2º É vedado às empresas adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento.

A FENTECT esclarece aos trabalhadores que todos os recursos jurídicos possíveis estão sendo providenciados pela assessoria,  para informar ao TST sobre a real situação da greve e, assim, reverter o que foi determinado pela liminar.

Quanto aos descontos dos dias, deve ser cumprida a lei de greve. O período de suspensão do contrato deve ser alvo de negociação entre as partes, fruto de decisão judicial ou laudo arbitral.

A ameaça da ECT é uma medida arbitrária e temerária, que não tem a capacidade de resolver os problemas enfrentados. Além disso, como sempre, pretende sacrificar os trabalhadores da base. É necessário, então, permanecer com a mobilização nacional, para avançar em defesa dos direitos e empregos da categoria ecetista.

Fonte: Fentect






Greve dos Correios ganha mais adesão por todo o País

27/09/2017

A greve dos trabalhadores dos Correios está mantida em todo o País. O reforço agora vem do norte do Brasil. Rondônia também aderiu ao movimento deflagrada desde a última terça-feira, dia 19 de setembro. Amanhã, dia 26, haverá assembleias nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, portanto, a FENTECT incentiva a unidade dos trabalhadores dos Correios nessas localidades. O momento é crítico e pede que haja consciência por parte de toda a categoria, já que o Acordo Coletivo de Trabalho é para todos.

Dos 31 sindicatos filiados à FENTECT, aderiram à greve os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, São Paulo (Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Vale do Paraíba e Santos), Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais (MG, Juiz de Fora e Uberaba), Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul (RS e Santa Maria), Rondônia, Sergipe e Santa Catarina. Apenas Roraima ainda não confirmou.

Negociação

Vale relembrar que a greve foi deflagrada nos sindicatos filiados à FENTECT devido à intransigência da ECT, que, desde os primeiros dias de negociações - já iniciadas com atraso e tendo sido canceladas pelo menos por três vezes - a empresa apresentou somente exclusões de cláusulas importantes para o acordo com os trabalhadores. Além disso, prorrogou outros temas importantes para a categoria, como as cláusulas Econômicas e de Benefícios, a fim de ganhar tempo com a campanha salarial. Logo, o Comando Nacional de Mobilização e Negociação da federação não ficou para esperar ainda mais ataques e, assim, deflagrou a greve conforme calendário agendado.

Ao invés de chegar a um consenso com as representações, a ECT sentou apenas com a outra federação para negociar, proibindo a FENTECT de continuar a negociação. Uma entidade não formalizada para fechar qualquer acordo para os trabalhadores.

Contra a privatização

É hora de lutar não apenas pelos direitos dos trabalhadores dos Correios, mas também contra a privatização, já que esse discurso tem sido cada vez mais abordado na mídia, tanto pelo presidente da estatal, Guilherme Campos, quanto pelo ministro das Comunicações, Gilberto Kassab. Com a justificativa de que é preciso entendimento dos problemas da ECT, por parte da categoria, o governo tem ameaçado vender a empresa para sanar as dificuldades.

A má gestão nos Correios gerou gastos exorbitantes nos últimos anos, o que não é revelado para a sociedade, que é induzida ao erro, a acreditar que a culpa é dos trabalhadores. São patrocínios e consultorias milionárias, além de cargos frutos de indicações políticas. Para piorar a situação, o governo federal insiste em não pagar os valores retirados do caixa da empresa: quase R$ 6 bilhões. Ou seja, a estatal paga ao governo para trabalhar, enquanto poderia contar, por exemplo, com a fidelização dos serviços e programas sociais.

E mesmo diante disso tudo, a direção dos Correios insiste em economizar cortando na carne dos empregados, retirando benefícios e conquistas históricas da categoria. Então, por isso, a federação reforça a necessidade da luta principalmente da parte operacional da empresa, a mais atingida. Carteiros, OTTs, administrativos e, mais ainda, os atendentes devem se unir agora ou correrão o risco de perder mais que salários, também o próprio emprego. As agências também precisam estar fechadas na greve, para que a gestão dos Correios entenda a força dos trabalhadores na defesa dos direitos.

Fonte: Fentect






Categoria vai permanecer em greve até a ECT negociar devidamente

22/09/2017

Com a greve deflagrada nessa terça-feira (19) e forte em quase todo o País, a empresa demonstrou novamente intransigência ao deixar o Comando Nacional de Mobilização e Negociação (CNMN) da FENTECT esperando na porta da UNICO, em Brasília, para mais um dia de negociações. Ontem (20), deveriam ser apresentadas as propostas para cláusulas Econômicas e de Benefícios, no entanto, a ECT não compareceu e cancelou pela quarta vez a reunião, descumprindo o calendário.

Em carta, a empresa afirmou que os representantes dos trabalhadores foram precipitados, comprometendo a recuperação dos índices dos Correios. Porém, foi a má gestão da ECT que levou ao sucateamento dos serviços e à precariedade do trabalho para a categoria.

Ao negociar apenas com a outra federação, nessa quarta-feira, a empresa sugeriu mais ataques, com exclusões de cláusulas, como a do vale-cultura; o aumento do percentual do desconto nos vales alimentação e refeição; fim da concessão dos mesmos vales aos trabalhadores durante as férias e fim do vale-peru no mês de dezembro, sempre alegando dificuldades financeiras para garantir recursos aos trabalhadores.

Ainda ontem, a ECT entrou com dissídio coletivo de greve no Tribunal Superior do Trabalho (TST). No entanto, o comando de negociação da federação continua unido em busca de soluções viáveis para solucionar o conflito instaurado pela direção da estatal. Para isso, representantes dos trabalhadores compareceram ao tribunal na parte da manhã desta quinta-feira (21) para, junto ao ministro Emmanoel Pereira, esclarecer o processo da campanha salarial, até o momento, e as dificuldades impostas às negociações, por parte da empresa.

Com isso, todas as evidências mostram o interesse da empresa em levar o acordo até a entrada em vigor da reforma trabalhista, em 11 de novembro. Enquanto isso, todas as propostas apresentadas até agora foram de exclusão ou redução de direitos, sem o devido debate sobre a pauta de reivindicações da categoria, entregue ainda no mês de julho deste ano.

Não existe déficit, existe má gestão - Constantemente, há algum tempo, a FENTECT tem refutado o déficit declarado pela ECT, que, além de não abrir os números oficiais para as representações dos trabalhadores, mantém gastos exorbitantes. Foram duas reestruturações em apenas um ano, com serviços de consultoria milionários. Também, a situação deficitária da empresa é devida ao novo lançamento contábil, chamado “PÓS-EMPREGO”, que causou o impacto de R$ 1,5 bilhão nas contas da estatal, somado às diversas ações da gestão que minaram as reservas financeiras, tais como antecipação de dividendos à Uni&ati lde;o de quase R$ 4 bilhões acima dos estabelecido legalmente. Além disso, diversos patrocínios e ações potencialmente prejudiciais, como o distrato com o Banco do Brasil, que onerou a empresa em torno de R$ 2 bilhões.

Greve em 28 sindicatos

Dos 31 sindicatos filiados à FENTECT, aderiram à greve, ontem, os estados de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, São Paulo (Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Vale do Paraíba e Santos), Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais (MG, Juiz de Fora e Uberaba), Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul (RS e Santa Maria), Sergipe e Santa Catarina. Apenas Acre, Rondônia e Roraima ainda não confirmaram.

As mobilizações dos sindicatos na greve continuam por todo o país, inclusive com a adesão de mais trabalhadores. O comando de negociação da FENTECT permanece em Brasília para acompanhar e orientar as bases quanto ao fortalecimento do movimento grevista. Sugere, ainda a ampliação das atividades, com passeatas, carros de som, audiências públicas, panfletagens, anúncios nas redes sociais, cartas abertas à população, entrevistas para os meios de comunicação, para levar a verdade sobre os Correios, denúncias e propagandas, para que seja alcançado um Acordo Coletivo de Trabalho 2017/2018 digno da classe dos ecetistas.

A FENTECT parabeniza os trabalhadores que estão fortes na luta, aderindo às mobilizações nos estado. Independente do posicionamento da empresa, a categoria não pode desistir de batalhar pelos próprios direitos e garantias conquistadas nos últimos anos. É preciso manter a vigilância e a participação nas assembleias e deliberações dos sindicatos. Àqueles que ainda não realizaram assembleias para deflagração da greve, a federação sugere que adiantem as datas para que as bases se juntem aos demais que já disseram não às arbitrariedades da ECT.

Trabalhadores(as) de Juiz de Fora e região, participem do movimento! A hora de lutar é agora! Entre em contato com a diretoria do Sintect/JFA para mais informações. 






Comando repudia a demora nas negociações e os ataques da ECT em boletins internos durante campanha salarial

19/09/2017

Nesta segunda-feira (18), o Comando Nacional de Mobilização e Negociação (CNMN) realizou ato em frente ao edifício sede dos Correios, em Brasília, para demonstrar, mais uma vez, repúdio a suspensão das reuniões de negociações da Campanha Salarial 2017-18. Já são três suspensões das tratativas para um novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A representação dos trabalhadores da FENTECT solicitou à empresa que o calendário aprovado em fórum da categoria fosse respeitado, inclusive, prontificando-se a negociar durante o final de semana.

Na última semana, as representações sindicais presentes em Brasília não mediram esforços para que todos os temas fossem debatidos. Porém, impasses no calendário, por parte da ECT, travaram a negociação. Novamente, na sexta-feira (15), a reunião foi suspensa pela representação da estatal.

Ainda nessa data, representantes sindicais protestaram contra a medida unilateral dos Correios em não negociar no prazo aprovado pelas assembleias dos trabalhadores por todo o País. O calendário referendado pelos trabalhadores de base segue até amanhã, dia 19 de setembro, com assembleias programadas para deflagração de greve.

Ataques e retiradas de direitos

No terceiro dia de negociação, 14 de setembro, a ECT apresentou como proposta vários ataques aos trabalhadores, com a redução de direitos e exclusão de várias cláusulas do ACT:

· Instituição do regime de banco de horas (acabando com o pagamento de horas-extras e criando o registro de ponto eletrônico); 
· Fim da Entrega Matutina (excluindo a cláusula do ACT); 
· Substituição da segurança armada das agências por um kit básico: cofre com fechadura eletrônica, alarme monitorado e circuito fechado de TV;
· Exclusão da cláusula que permite a fiscalização do cumprimento do ACT por parte do sindicato;
· Exclusão dos textos que dificultem ou criem barreiras para a execução da Dispensa Motivada (demissão em massa sem justa causa); 
· Exclusão da cláusula que exige concursos públicos na ECT;
· Exclusão da cláusula que prevê o pagamento de indenização por morte ou invalidez permanente;
· Fim da pausa de 10 minutos/hora para quem trabalha em terminais computadorizados;
· Fim da tolerância de 5 a 10 minutos para registro do ponto;
· Em caso de inovações tecnológicas, os empregados seriam reenquadrados e não mais realocados;
· Exclusão da cláusula que regula o processamento de consignações em folha de pagamento (prejudicando as solicitações de empréstimos consignados);
· Exclusão do Programa Casa Própria;
· Redimensionamento da carga nos centros de tratamento, sem a participação de um representante sindical;
· Redução da quantidade de empregados no Grupo paritário que trata da anistia (de 5 para 2);
· Extinção das comissões regionais que tratam da violência contra a mulher e da violação dos direitos humanos;
· Extinção da Gestão Regional das Relações do Trabalho, para dificultar a atuação sindical, centralizando tudo em Brasília,
· Extinção da comissão paritária que avalia a responsabilidade civil do empregado em acidente de trânsito. 

Tentativa de desmoralização via Primeira Hora

Além do pacote de maldades apresentado, a ECT ainda ameaça toda a categoria em constante assédio moral, para tentar enfraquecer a mobilização nos estados. Uma das publicações da empresa argumenta suposta decisão do TST que daria carta branca à ECT para não manter os benefícios do acordo coletivo. Cabe destacar que o debate travado no tribunal se trata de mediação, sem caráter decisório. Logo, não há uma decisão judicial. Como já informado anteriormente, o TST formulou uma proposta para as partes, rejeitada por unanimidade pelos trabalhadores em todo o Brasil. A assessoria jurídica da FENTECT também lançou nota de esclarecimento sobre o tema, na semana passada, para explicar aos trabalhadores sobre essas ameaças.

Em vídeo divulgado na rede, o presidente da ECT tenta desmobilizar os trabalhadores ao sugerir que a manutenção do ACT é de responsabilidade das representações sindicais. Porém, é possível notar que a empresa utiliza desse discurso para pressionar os ecetistas e enfraquecer as representações sindicais.

Fonte: Fentect




Entidades se articulam contra resoluções que prejudicam o plano de saúde das categorias

19/09/2017

Mesmo com a Campanha Salarial 2017-18 a todo vapor, a FENTECT segue com atividades paralelas, inclusive em apoio a seminários e debates de importância para diferentes categorias, que têm sido constantemente atacadas pelo governo federal e suas gestões. No dia 15 de setembro, o debate no Seminário da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB): Minutas de Resolução CGPAR, em Brasília, citou a situação do plano de saúde dos trabalhadores dos Correios. Participaram também representantes da Caixa Econômica Federal e entidades ligadas à Eletrobrás.

Lideranças e dirigentes relataram sobre as gestões das estatais federais e debateram os riscos para diversas categorias, tanto para os trabalhadores da ativa quanto aposentados, “pela preservação de seus planos de saúde por meio de um movimento em defesa dos direitos dos associados de planos de saúde de autogestão.” O intuito do evento é a produção de um relatório para ser levado aos Poderes Executivo, Legislativo e ao Judiciário, se necessário.

O convite foi de grande relevância para a categoria dos ecetistas, que já está em campanha salarial e um dos grandes entraves para um novo Acordo Coletivo de Trabalho, a cada ano, é o plano de saúde. Por isso, a situação dos trabalhadores dos Correios foi relatada, como a saída do plano de saúde da gestão por RH, com intuito da economia e otimização da operação, porém, que gera, hoje, impasses entre a empresa e a categoria. Destacou-se o interesse da ECT em responsabilizar os empregados pela má gestão ocasionada pela criação da caixa de assistência e a contabilidade do pós-emprego.

Por fim, a representante da FENTECT no evento, a secretária de imprensa Suzy Cristiny da Costa, pediu a união das categorias e ressaltou que somente com a luta dos trabalhadores o quadro poderá ser invertido. “A única maneira de resolver é a unificação das categorias que estão sendo atingidas. A classe trabalhadora precisa acordar”, disse, antes de finalizar com o “Fora Temer”.

MANIFESTO

Os participantes aprovaram, por aclamação, um manifesto para servir de referência na luta dos trabalhadores das empresas estatais federais. Leia o documento na íntegra:

Manifesto dos Participantes do Seminário ANABB "Minutas de Resolução CGPAR".

Nós, participantes do Seminário ANABB, gestores de autogestões em saúde e representantes de entidades representativas de trabalhadores que têm assistência à saúde prestada por autogestão, após analisarmos os possíveis impactos e riscos de uma eventual aprovação das minutas de Resolução CGPAR, que procuram estabelecer parâmetros de governança e de custeio para limitar o compromisso das empresas estatais federais com a assistência à saúde de seus empregados da ativa e aposentados, manifestamo-nos aos demais trabalhadores em empresas estatais federais da seguinte forma:

- As minutas de Resolução CGPAR, caso aprovadas, provocarão dificuldades de acesso aos serviços de assistência à saúde para os participantes de autogestões menores e imporão onerosidade excessiva para que os trabalhadores mantenham os direitos à atenção à saúde, duramente conquistados.
- Neste cenário complexo da conjuntura nacional, com retirada de direitos, faz-se necessária a unidade dos trabalhadores das empresas estatais federais no processo de resistência para manutenção dos direitos conquistados;
- Desta forma, assumimos o compromisso de buscar a unidade na ação para defesa das autogestões em saúde, como instrumento para garantir a maior cobertura de assistência à saúde, a custos suportáveis para os trabalhadores, difundindo os dados e os debates aqui ocorridos, para os demais trabalhadores das empresas estatais federais, por meio de suas entidades representativas.

Fonte: Fentect






Comando repudia ameaças da ECT em primeiro dia de negociação

13/09/2017

No último dia 12, na sede da Universidade Correios, foram oficialmente iniciadas as negociações dos trabalhadores de Correios, após mais de um mês de atraso, por culpa da ECT. Para evitar começar as reuniões do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2017-18) no prazo, os representantes dos Correios recorreram à mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e suspenderam, por duas vezes, a previsão do início da campanha salarial.

Na reunião desta terça-feira, a expectativa era de receber da empresa uma proposta a ser apresentada para toda a categoria. Porém, o foco do debate foi pela definição do calendário de negociação.

A categoria decide

A FENTECT decidiu respeitar o calendário tirado no 34º Conrep, e reafirmado no XIX Consin, negociando até o dia 18 deste mês, com assembleias no dia seguinte (19), e deflagração a partir das 22 horas.
Porém, o presidente da ECT, Guilherme Campos, retomando os mesmos moldes da proposta do TST, sob ameaças de retirada de todos os direitos conquistados nos acordos coletivos anteriores, condicionou a extensão do atual acordo coletivo a não deflagração de greve.

Os trabalhadores dos Correios, no entanto, não se intimidaram e reafirmam a necessidade de serem mantidas as negociações. Para a categoria, a greve é um direito legítimo dos trabalhadores, garantido por lei, cabendo a eles a sua deflagração ou não.

Fonte: Fentect






Correios não esperam alcançar nem metade do público-alvo em plano de demissão

13/09/2017

Os dirigentes dos Correios não estão muito entusiasmados com a terceira rodada do plano de demissão voluntária da estatal.

As regras foram flexibilizadas para permitir o desligamento de pessoas a partir de 55 anos, com apenas 15 de contribuição ao Postalis. O público alvo da ação são cerca de cinco mil funcionários.

Mas, em tempos de altos índices de desemprego e incertezas na economia, a expectativa de adesão é de duas mil pessoas.

De um alto executivo da estatal:

- Se chegar a 2,5 mil, será uma grande vitória.

As maiores apostas para reduzir custos estão na revisão dos benefícios, entre eles o plano de saúde.

Fonte: Fentect






Reforma Trabalhista não poderá sobrepor direitos Constitucionais

13/09/2017

Na última segunda-feira (11), os convidados da audiência pública realizada pela Subcomissão do Trabalho, vinculada à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, foram unânimes em criticar a Reforma Trabalhista.

De acordo com os convidados, o conjunto de alterações propostas pelo governo ilegítimo de Michel Temer não pode sobrepor os direitos assegurados na Constituição. Entre os itens inconstitucionais, destacados pela mesa de debatedores, está o negociado sobre o legislado, que privilegia os acordos entre empregadores e empregados em relação à legislação.

Participaram do encontro, mediado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), a ministra do Tribunal Superior do Trabalho, Delaíde Arantes; o advogado trabalhista Luis Carlos Moro; o procurador Helder Amorim; Maximiliano Nagl Garcez, representante da Associação latino americana de advogado trabalhistas; e a professora da Universidade de Brasília (UnB), Gabriela Delgado.

De acordo com a ministra Delaíde, a Reforma Trabalhista, que começa a vigorar no próxima dia 11 de novembro, precisa respeitar a Constituição. “Fizemos um juramento de julgar e vamos aplicar a lei ordinária que aprovou a reforma trabalhista, mas não vamos aplicá-la isoladamente. É uma lei trabalhista que se insere à luz da proteção constitucional e à luz da legislação internacional”, afirmou a magistrada.
Maximiliano Nagl Garcez foi ainda mais duro nas criticas. “A Reforma Trabalhista não é só um ataque aos direitos trabalhistas, mas é praticamente a revogação da dignidade da pessoa humana. Isso tem sido o mote de coisas estarrecedoras que acontecem no Brasil por causa desse governo golpista.”

Na reunião, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou a coleta de assinaturas em apoio a um projeto de lei de iniciativa popular para revogar a reforma trabalhista. Em entrevista à Rede Brasil Atual, a secretária de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, falou sobre a iniciativa.

"O projeto ele é, principalmente, para mobilizar. Não só como uma proposta legislativa, mas principalmente para dizer aos trabalhadores e trabalhadoras, em todos os cantinhos desse país, dos males dessa reforma e que nós precisamos do apoio, nós precisamos ter uma mobilização realmente de massa para se contrapor a tudo isso que tem contra nós", encerrou a dirigente.

Fonte: CUT Nacional






XIX Consin debate campanha salarial e encaminha deliberações

06/09/2017

Brasília recebeu o XIX Conselho de Representantes Sindicais (Consin), realizado nesta segunda-feira (4). O encontro apresentou debates sobre a atual conjuntura nacional e dos Correios, expandindo para a campanha salarial e possíveis mobilizações.

Durante o evento foram tratadas questões que afligem a classe, como: ameaça de demissão motivada, privatização, fechamento de agências, falta de segurança, falta de funcionários, alterações no plano de saúde, suspensão de férias e horas-extras, reformas trabalhista e previdenciária, entre outros.

O calendário da campanha salarial, as possíveis mobilizações e o futuro dos Correios também foram pauta durante este dia. 

Campanha Salarial

O calendário de lutas definido no O 34º Conrep será mantido. De acordo com a pauta, a greve está prevista para 19 de setembro. A proposta de reajuste salarial propõe reposição de 8% para todos os trabalhadores da ECT, mais R$ 300,00 linear. Além disso, ticket de R$ 45,00, vale cesta de R$ 440,00 e aumento de 10% nos demais benefícios e adicionais.

“Esta é uma campanha salarial diferente de todas as outras. Vamos precisar de muita coragem e transmiti-la aos trabalhadores”, ressaltou o secretário-geral da FENTECT, José Rivaldo da Silva.

Na ocasião, os representantes destacaram a importância de outras categorias participarem das mobilizações para solicitar apoio à luta contra a privatização, inclusive com campanha extraordinária da base Rio/São Paulo, e atos nas principais metrópoles do país.

Não, não, não a Privatização

O pacote de privatizações do governo Temer tem sido uma das maiores preocupações dos ecetistas. Após um ano de golpe, o fantasma da privatização assusta de forma mais profunda a empresa.

Atualmente, Michel Temer está na China apresentando um pacote de privatizações e concessões que inclui aeroportos, portos, rodovias e linhas de transmissão. A possível venda parcial ou privatização total da ECT coloca todos os trabalhadores em alerta. “A necessidade agora é fazer o enfrentamento bem feito para garantir a manutenção dos direitos”, afirmou José Rivaldo.

Proposta rejeitada

Amanhã (5), será entregue ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) o documento que rejeita a proposta de mediação do vice-presidente do TST, ministro Emmanoel Pereira, que prevê prorrogação do Acordo Coletivo de Trabalho até dezembro deste ano, porém, sob a proibição de qualquer manifestação grevista, mesmo com descumprimento por parte  da ECT, e sem a garantia de retroativos.

Os 31 sindicatos filiados à FENTECT, em assembleias realizadas por todo o País rejeitaram porque essa ação poderia acarretar danos irreversíveis, como alterações nos direitos dos ecetistas com base na contrarreforma trabalhista, que entra em vigência no dia 11 de novembro. Além disso, sem garantias de pagamentos retroativos em uma posterior negociação do ACT 2017-18.

Vai à luta!

Este é o momento certo para o enfrentamento. Não estão em risco somente os direitos adquiridos durante décadas de luta, mas também os próprios empregos, que podem ser extintos com a privatização.

A única solução para salvar os trabalhadores é a atuação em conjunto. Os direitos só serão mantidos se houver uma greve suficientemente forte, deixando de lado as diferenças e lutando em prol de um bem maior: a valorização dos empregados dos Correios

Principais deliberações do XIX Consin

- Manutenção do calendário de lutas definido no 34º Conrep, com deflagração da greve para o dia 19 de setembro;
- Enviar de cartas todos os dias à empresa requerendo abertura das negociações coletivas;
- Formalizar o quantitativo gasto em patrocínio nos últimos anos;
- Dar abertura imediata às negociações coletivas entre a empresa e as representações sindicais;
- Participar no dia 14 de setembro do Dia Nacional de Lutas;
- Realizar as reuniões com petroleiros e demais categorias pela unificação das lutas;
- Buscar apoio junto aos parlamentares, para a campanha salarial e greve, bem como as demais entidades sindicais, centrais sindicais e movimentos sociais; 
- Realizar acampamentos em Brasília durante a greve;
- Confeccionar material de comunicação patrocinado pela FENTECT nas redes sociais;
- Elaborar boletins, cartazes, vídeos e outros materiais didáticos da campanha salarial e contra a privatização;
- Fazer campanha contra as perseguições sindicais;
- Encaminhar ação civil pública e denúncia na OIT contra a diminuição dos postos de trabalho com os PDIA’s e PDV’s, ameaçando, assim, a universalização do serviço postal;
- Denunciar o processo de privatização nos Correios por meio da CorreiosPar;
- Dar encaminhamento imediato à ação judicial para a abertura das contas da ECT;
- Campanha contra o PDV e o PDI;
- Enviar carta à FINDECT reafirmando o calendário deliberado pela maioria dos sindicatos de Correios;
- Realizar eventos de mobilização nas bases da FINDECT, conforme deliberado no 34º Conrep;
- Realizar assembleias para deliberar o estado de greve de 13 a 14 de setembro;
- Campanha nacional e ações judiciais pela transformação dos Correios em autarquia (ADPF);
Buscar a unificação dos sindicatos em caso de greve.

Fonte: Fentect






Números dos Correios e Postal Saúde continuam questionáveis para a categoria

06/09/2017

No dia 5, foi realizada reunião do Conselho de Administração para apresentação dos números da Postal Saúde e dos Correios. Mais uma vez, os quantitativos apresentados foram questionados pela representação dos trabalhadores. O secretário-geral da FENTECT, José Rivaldo da Silva, repudiou a proposta da empresa em repassar a má gestão aos próprios empregados, conforme tem sido discursado constantemente em reuniões, para a mídia e em mediações.

Durante a reunião, que foi até o período da tarde desta terça-feira, o secretário ainda acrescentou que é preciso aproveitar a dimensão dos Correios para novos investimentos. “É necessário aproveitar a grande estrutura da estatal para que novos serviços sejam disponibilizados ao mercado, para o crescimento da receita. Não é aceitável seguir apenas a ótica do enxugamento da máquina, com cortes de direitos dos trabalhadores e paralisia comercial”, ressaltou.

A FENTECT solicitou o material apresentado para disponibilizar nas redes da federação e dar a devida divulgação. A representação dos ecetistas afirmou, ainda, que todos os esforços serão feitos para que a empresa de Correios se mantenha sustentável e garantindo o respeito aos trabalhadores.

Com isso, a FENTECT mantém o pedido de atenção da categoria às mobilizações dos sindicatos e da federação, por todo o país. Tendo em vista a falta de transparência da ECT e das estratégias que ameaçam os trabalhadores, é preciso haver luta constante pelos direitos e os empregos nos Correios.

Fonte: Fentect






Preços ao consumidor registram queda de 0,03% em agosto

06/09/2017

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação dos preços da cesta de compras de famílias com renda de até cinco salários mínimos, registrou deflação (queda de preços) de 0,03% em agosto deste ano.

A taxa é inferior ao registrado pela inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, em agosto (0,19%) e pelo próprio INPC em julho (0,17%).

De acordo com dados divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o indicador acumula taxas de 1,27% no ano e de 1,73% em 12 meses.

Em agosto, os produtos alimentícios tiveram uma deflação de 1,18%, enquanto os não alimentícios registaram uma inflação de 0,48%.

Fonte: Agência Brasil






Texto-base da PEC que acaba com coligações nas eleições proporcionais é aprovado

06/09/2017

Depois de muitas discussões e o fechamento de um acordo para adiar para a próxima semana a votação dos destaques, a Câmara dos Deputados aprovou hoje (5) o texto principal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 282/16, que trata de diversos pontos da reforma política. Dentre eles, está o que acaba com as coligações nas eleições proporcionais. O texto foi aprovado por 384 votos a favor e 16 contrários.

A votação dos destaques está marcada para ter início na próxima semana. Outro ponto considerado importante e também polêmico na PEC  é o que cria uma cláusula de desempenho para os partidos poderem acessar recursos do Fundo Partidário e o tempo de propaganda em rádio e TV.

Fonte: Agência Brasil






FENTECT realiza o XIX Consin no dia 4 de setembro

30/08/2017

A FENTECT convoca a categoria a participar do XIX Conselho de Representantes Sindicais da FENTECT (Consin), que será realizado no auditório da federação, em Brasília, dia 4 de setembro, a partir das 9 horas. O conselho teve a data reprogramada devido ao andamento da campanha salarial, que acabou prejudicada pelas últimas decisões da ECT. Após a audiência de mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), no dia 22 de agosto, o Comando Nacional de Mobilização e Negociação da FENTECT (CNMN) lançou orientação às representações para que compareçam na próxima segunda-feira.

O Consin delibera as principais ações dos sindicatos filiados à FENTECT. Na próxima semana, na presença de um representante de cada entidade e da colegiada da federação, serão debatidos os calendários da campanha salarial, possíveis mobilizações e a atual conjuntura nos Correios e no País, como: ameaça de demissão motivada, privatização, fechamento de agências, falta de segurança, falta de funcionários, alterações no plano de saúde, suspensão de férias e horas-extras, DDA, OAI, CDD virtual, reformas trabalhista e previdenciária, entre outros temas.

Perigo!

No dia 22 de agosto, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), a representação da ECT anunciou o cancelamento das negociações, que começariam nesse mesmo dia. Isso porque o ministro Emmanoel Pereira sugeriu uma proposta pela qual o acordo em vigência seria adiado até 31 de dezembro para, então, discutirem apenas as questões relacionadas à saúde do trabalhador. No entanto, a categoria ficaria vetada ao direito constitucional de greve, sob a possibilidade de alguma punição.

Logo, esse prazo em silêncio carrega o perigo de uma posterior negociação já no contexto da reforma trabalhista aprovada no Congresso Nacional, que passa a valer no mês de novembro. Além disso, o TST não colocou nenhuma garantia de reajustes retroativos aos trabalhadores ou mesmo isenção de mensalidade no plano de saúde.

Representantes da FENTECT decidiram pela não aprovação da proposta do ministro, mas pelo encaminhamento das decisões às assembleias. Para a federação é preciso zelas pelas negociações coletivas, diretas com a empresa, sem a interferência de agentes externos.

CNMN orienta:

O Comando Nacional de Mobilização e Negociação, reunido em Brasília, entrou em contato com os sindicatos filiados e debateu intensamente a questão. Portanto, chegou ao consenso de que é necessário que sejam realizadas assembleias por todo o país, com data limite até esta quinta-feira (31), para tratar as pautas:

1. A rejeição da “proposta” do Ministro do TST
2. Aprovação do início imediato das negociações coletivas
3. Aprovação da antecipação do Consin para dia 04/09/2017

Rumo às assembleias!

A federação incentiva a participação nas assembleias. Este é o momento dos trabalhadores dos Correios permanecerem unidos contra os ataques da ECT, que tem tomado atitudes apenas em prol da desvalorização dos empregados e da queda da qualidade dos serviços na estatal. A decisão dos trabalhadores, em conjunto, é soberana e mostra a força da categoria.

Fonte: Fentect






 
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